Duas novas centrais serão instaladas para alavancar vendas de castanhas no RN
Duas centrais de comercialização de castanha de caju serão instaladas nas cidades de Apodi e Macaíba ainda este ano. Com investimentos da Fundação Banco do Brasil e do Sebrae, as estruturas deverão canalizar a venda das amêndoas que são produzidas no Rio Grande do Norte.
A iniciativa foi discutida e pautada durante o Encontro de Cajucultores, realizado em Mossoró, entre os dias 1º e 2 de março. A ideia é canalizar o volume das unidades produtoras para dois polos, ampliando o poder de venda da castanha de caju potiguar e o número de pedidos. “O poder de negociação dos pequenos cajucultores unidos é maior do que se estiverem fracionados. Com as centrais, é possível atender a grandes pedidos e assim ampliar as vendas, dando o ritmo mais contínuo à produção de castanhas no Rio Grande do Norte”, explica o gestor do Projeto de Fruticultura do Sebrae-RN, Franco Marinho.
A implantação das centrais de comercialização também visa recuperar as perdas sofridas pelos cajucultores. Em 2010, o Rio Grande do Norte registrou uma redução significativa do volume, traduzindo-se numa queda de quase 60%. Apesar de sinais de recuperação da safra no ano passado, a produção não chegou a atingir as 320 mil toneladas de caju que eram obtidas anualmente. No entanto, os pequenos produtores ligados ao projeto de cajucultura do Sebrae-RN produzem 160 toneladas de castanha de caju por ano. Produção que ainda pode ser ampliada, pois o Rio Grande do Norte só explora 40% do potencial comercial. As centrais serão um incentivo para aumentar essa produção. Fonte: Interjornal
Encontro da Cajucultura do Rio Grande do Norte
Terceiro maior produtor de castanha do Brasil, o Rio Grande do Norte realiza o Encontro da Cajucultura do RN, de 1º a 2 de março, em Mossoró. O evento será voltado para a elaboração do Plano de Ação para o ano de 2012. O projeto é patrocinado pela Fundação Banco do Brasil e tem como parceiros o Sebrae, Emparn e Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Norte. O público alvo são os dirigentes das comunidades assistidas pelo programa e parceiros. Fonte: jornal Correio do Oeste
Minifábricas de castanha de caju são inauguradas no RN
Duas minifábricas de beneficiamento de castanha de caju foram inauguradas na última sexta-feira (29), pelo Sebrae nas cidades de Campo Grande e Vera Cruz, no Rio Grande do Norte.
Ao todo são 10 minifábricas instaladas nas principais regiões produtoras, que melhoram as condições de produção e ampliam em pelo menos 20% o preço por quilo do produto comercializado.
A unidade de processamento de castanha de caju inaugurada em Vera Cruz também contempla os municípios de Apodi, Severiano Melo, Caraúbas, Portalegre, Assu, Macaíba, Pureza e Touros.
A minifábrica de Campo Grande foi instalada na comunidade Bom Jesus e é considerada a maior e mais moderna de todas já construídas pelo projeto. A unidade pode beneficiar até 300 toneladas de castanha in natura por ano.
A construção das unidades faz parte de um convênio entre o Sebrae-RN e a Fundação Banco do Brasil, com apoio da Emparn, Emater, Conab e Banco do Brasil.
A informação é da Tribuna do Norte.
Caviar de Caju é iguaria em restaurante no RN
Sandro Medeiros, cozinheiro e morador de Caicó no Rio Grande do Norte criou dois pratos muito inusitados, que misturam o rústico com o requinte, o caviar de caju e o caju metido a besta.
O cozinheiro e a mulher Rosineide estão sempre testando novas receitas utilizando o caju, que por ser nativo é abundante no Nordeste e é rico em vitaminas A e C, sais minerais e proteínas.
O caviar de caju é feito com diversos ingredientes, além do caju, na receita vai cebola, alcaparra, alho, tomate, shoyo, vinagre balsâmico e é servido com mandioca. O caju metido a besta leva caju, sal, pimenta do reino e camarão.
Acompanhe a matéria do Globo Rural aqui e veja as receitas dessas iguarias.
Nordeste é o principal produtor de caju do Brasil
A região nordeste do Brasil é responsável por mais de 95% da produção nacional de caju, sendo os Estados do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Bahia os principais produtores.
O cajueiro, nome científico Anacardium occidentale, é uma planta tropical originária do Brasil e apesar de sua principal produção ser na região nordeste, está presente em quase todo o território nacional.
A informação é da agência Embrapa.
RN ganha mais duas minifábricas de castanha de caju
Duas minifábricas de castanha de caju estão sendo implantadas, uma na cidades de Vera Cruz e outra em Campo Grande, no Rio Grande do Norte. A parceria entre O SEBRAE e a Fundação Banco do Brasil já implatou oito minifábricas no Estado.
Cada unidade tem capacidade para beneficiar quatro toneladas por mês de amêndoas de castanha de caju, isso significa o processamento de vinte toneladas por mês de castanha de caju in natura, gerando 25 empregos diretos.
Isso facilita a entrada do produto no mercado, inclusive o internacional, e a castanha de caju ganha ares sofisticados passando por um processamento que visa mercados exigentes.
Com informações da Tribuna do Norte.
Historiador destaca cultura do caju no Nordeste
A castanha de caju se consolida como o principal produto de exportação do Ceará e Rio Grande do Norte. Pelos pontos de embarque cearenses saíram US$ 132,17 milhões. Mesmo com a crise econômica que assolou o mundo recentemente, o produto se mantém em destaque nos Estados Unidos e Europa, com altas de 8% e 5%, respectivamente.
Em outros mercados, como Índia e China, a castanha obteve aumento ainda mais significativo, atingindo a casa dos dois dígitos. Rica em nutrientes, o produto é bastante utilizado como tira-gosto e na culinária nordestina.
A exaltação da cultura do caju é defendida pelo historiador Tomislav Femenick, em artigo publicado no jornal Tribuna do Norte. No texto, o autor destaca o produto como de “relevante importância” à economia do Ceará e Rio Grande do Norte.




